segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Aniversário estrelado

PT completa 29 faminto de poder
O PT completa 29 anos de fundação nesta terça-feira.

Vários eventos serão realizados pelo país a fora.

No Acre, o aniversário do partido será marcado por uma sessão solene na Aleac, na próxima sexta-feira.

Simbolizado por uma estrela vermelha, o PT é um dos maiores partidos do país.

Em solo acreano, a legenda chegou ao governo em 1998. Desde então, o crescimento foi pantagruélico.

A legenda conta, além do governador, com dois senadores, 12 prefeitos, cinco deputados estaduais, três deputados federais e 52 vereadores. Isso sem contar os diversos cargos estratégicos nas administrações municipal, estadual e federal.

Para se ter a noção do quanto o PT acreano cresceu desde a ascensão ao poder, basta lembrar que em 1998, quando Jorge Viana foi eleito governador, o partido contava tão-somente com três prefeituras (Manuel Urbano, Xapuri e Tarauacá).

Apesar do tamanho, os petistas continuam com fome. Têm sérias dificuldades para dividir o bolo do poder com os aliados.

Tanta gula é um pecado capital.

Barulho sindical

Contratação simplificada
será questionada
O Sinteac vai exigir do governo explicações sobre a contratação simplificada de professores temporários.

Amanhã, o presidente da entidade, Manoel Lima, protocolará ofício encaminhado ao secretário de Gestão Administrativa, Mâncio Lima Cordeiro. Vem barulho por ai.

Por falar em Sinteac, o maior sindicato do Acre definiu suas bandeiras de lutas para 2009.

São reivindicações que vão desde a implantação de um piso salarial de R$ 950 para o ensino médio até a reformulação do PCCR.

Magalhães e Ranzi

Presidentes da Aleac e
do TJ se encontram
O presidente da Aleac, Edvaldo Magalhães (PC do B), tem audiência marcada para hoje com o presidente do Tribunal de Justiça, Pedro Ranzi.

Os presidentes não irão se encontrar apenas para falar da independência e autonomia dos Poderes.

Magalhães pedirá a Ranzi empenho para que sejam resolvidas pendência judiciais envolvendo parlamentares, principalmente da polêmica decisão que deu posse ao petista Mêrla Albuquerque.

Albuquerque herdou a vaga do prefeito de Feijó, Juarez Leitão (PT), por meio de liminar concedida pelo desembargador Feliciano Vasconcelos, que entendeu ser o mandato do partido.

Insatisfeitos com a decisão, os suplentes Roberto Filho (PP) e Dinha Carvalho (PR) pleiteiam o mandato na Justiça, embora haja informações de que Filho estaria inelegível.

Acre na Copa do Mundo

Falta envolvimento da sociedade
Balípodo. Meu contato com esta palavra pouco utilizada veio por meio do competente revisor do jornal Página 20, o professor Beneilton Damasceno. Antes de ser apresentado à expressão, fazia parte de uma enorme equipe que desconhecia completamente o seu significado.


Muito provavelmente pelo ofício que exerce, nosso revisor é obrigado a conhecer palavras novas para “pentear” e “maquiar” os textos dos jornalistas, que nem sempre encontram a tempo o sinônimo ou os antônimos de determinadas expressões.


O texto cheio de repetições cansa o leitor e revela fragilidade de conhecimento de quem propõe escrever.


Quase desconhecida, a palavra balípodo, porém, significa algo que está no cotidiano de todos nós. Em cada esquina, botequim, fila de bancos e até nas igrejas sempre há um espaço para o tema entrar na pauta. É raro o brasileiro que não tenha amor por um clube, que não seja fã ou nunca sonhou ser um jogador de futebol.


Sim, a nossa quase desconhecida palavra significa “futebol, uma paixão nacional”.


Nunca fui jogador, mas cheguei a sonhar entrando num estádio lotado, marcando belíssimos gols e tendo meu nome ovacionado por milhares de torcedores em pleno êxtase.


Os sonhos nos alimentam para encarar a realidade. É essa capacidade de sonhar pôr Rio Branco, a nossa capital, como uma das dezessete concorrentes à sede da Copa do Mundo de 2014. Estar dentro de um jogo tão complicado não é um feito qualquer. Afinal, o Brasil conta com mais de cinco mil municípios.


O jogo para a escolha da sede é demorado e requer que seja bem jogado. Semana passada, os inspetores da Fifa, a entidade máxima do balípodo mundial, estiveram no Acre. Vieram com a finalidade de inspecionar as instalações do Estádio Arena da Floresta e checar se Rio Branco tem condições de receber as seleções que virão ao Brasil participar de um evento em gramados brasileiros depois de 64 anos.


Em 1950, quando a primeira Copa foi realizada no Brasil, o mundo acabara de sair da Segunda Guerra Mundial. Poucos foram os participantes. Os países da Europa ainda tentavam se levantar dos escombros provocados pelos anos de combate.


Felizmente, o Brasil não sofreu tanto com a guerra. Seu envolvimento armado se deu quase no fim com o envio de militares para o combate na Itália.


A participação brasileira, no entanto, deu-se mais efetivamente com o fornecimento da borracha necessária para as forças aliadas construírem material bélico. Foi aí que o Acre entrou.


Os seringais da Malásia foram tomados pelos japoneses. Diante da situação, o governo brasileiro assinou um tratado com o governo americano, denominado “Acordos de Washington”, que desencadeou uma operação em larga escala de extração de látex na Amazônia - operação que ficou conhecida como a Batalha da Borracha.


A borracha foi produzida nos seringais acreanos, até então chamado de Território Federal do Acre.


Vencida a guerra pelos países aliados, a região voltou a ser esquecida pelo governo federal. Os “soldados da borracha” foram abandonados à própria sorte. Apenas os fortes sobreviveram. Os seringais entraram num processo decadente, culminando com a falência de seus proprietários.


Passados tantos anos, o mundo se volta novamente para a Amazônia. A região é apontada pela comunidade mundial como o pulmão verde da humanidade. A riqueza da biodiversidade das florestas é considerada patrimônio de todos os que habitam a Terra.



Com tanta importância para o futuro mundial, a região amazônica não poderia ficar de fora de um evento como a Copa do Mundo. Fazer de uma das suas cidades uma sede é quase obrigação dos homens que cuidam do futebol mundial.


Contrariando os prognósticos, Rio Branco, a nossa capital, ousou pôr o time em campo para disputar contra cidades maiores como Belém do Pará e Manaus, no Amazonas, o privilégio de ser a “SedeVerde” da Copa.


A participação da capital acreana no jogo é um gesto de ousadia, porque, no início da colonização e ocupação da Amazônia, as capitais do Pará e do Amazonas funcionavam com sedes do grande seringal que era o território que um dia veio se tornar o Estado do Acre.


Manaus e Belém são grandes e populosas, têm mais recursos e contam com maiores lobbies para tentar sensibilizar a comunidade esportiva internacional a ser a sede amazônica da Copa. Esse é um fato inquestionável.


Mas aqueles que cantam loas às duas cidades concorrentes de Rio Branco não podem desconsiderar que elas tornaram-se grandes graças à exploração da borracha que saíram dos nossos seringais. Que a entrada da capital do Acre revela-se uma demonstração de que não dá para continuarmos sendo um ente federativo periférico em relação aos demais Estados brasileiros.


O Acre avançou em todos os segmentos. Há muito tempo deixou de ser um seringal do Pará e do Amazonas. Hoje, é um dos Estados que mais cresce na região e tem dado exemplos de bom trato com o dinheiro público, no funcionamento das instituições, e tem, sim, preparo técnico para entrar em campo e jogar em pé de igualdade contra seus rivais.


Acompanhando os noticiários nacionais, essa é uma disputa que, pelo que se comenta, há favoritos. Autoridades como o ministro do Esporte, Orlando Silva, já declinaram sua preferência pelos dois adversários de Rio Branco. O pior, no entanto, é que a torcida do contra não vem apenas do lado externo. Vários acreanos, com o eterno complexo de inferioridade, argumentam que nossas chances são reduzidas porque as outras capitais estão mais bem estruturadas.


Talvez o discurso da falta de estrutura soe bem para os torcedores do contra. Mas, se a situação for analisada com frieza, há de se chegar à conclusão de que nem o Brasil tem a infraestrutura necessária para sediar um evento da magnitude de uma Copa do Mundo. Mas as obras serão realizadas. Os investimentos terão que ser chegar às doze sedes, que ganharão de goleada daquelas cidades que permanecerão apenas no alambrado assistindo à partida.


Completo quarenta e quatro anos na próxima sexta-feira. Nunca fui um craque, mas sempre gostei de jogar umas boas partidas de balípodo. Embora seja carente de talento para vestir a camisa 10 de um time de bairro, algumas pessoas mais carinhosas e afetuosas chegam a dizer, para me agradar, que fui um bom jogador. Não discordo porque as declarações alimentam o ego.


Sempre disse, e digo, que o bom de bola da família foi meu irmão Paulo Airton, o Paulinho, que jogou por todas as grandes equipes do Acre e chegou a atuar no exterior. Ele era um craque, mas faz parte de uma geração carente de profissionalismo. Não havia ousadia nos tempos idos. O jogo jogado tinha recheios de romantismo. As arquibancadas do velho José de Melo que o digam.


O balípodo romântico faz parte do passado. O futebol do Acre é um pseudoprofissional. O campeonato estadual, há anos patrocinado pelo governo, dura no máximo três meses, com equipes sendo formadas em cima da hora por atletas que nem sempre têm preparo de atletas.


Apesar da carência de profissionalismo, ao menos dentro dos gramados, o nosso representante na Terceira Divisão do futebol nacional tem conseguido superar os rivais paraenses e amazonenses. O Rio Branco tem derrotado com frequência equipes de Belém e de Manaus, dentro e fora do Arena da Floresta. Uma prova de que houve evolução e de que o futebol, que é encarado como paixão no Pará, também é bem jogado no Acre.


Por falar em jogar bem, a turma que vem conduzindo o projeto para que Rio Branco seja uma das sedes está sendo ousada e jogando como manda o figurino. Em termos técnicos, não há reparos.




A única falha visível é que não conseguiram pôr os torcedores em campo. Está faltando o envolvimento da sociedade, que assiste aos discursos e à movimentação sem saber muito bem o que está acontecendo.


O distanciamento da sociedade faz crescer o sentimento de descrédito nas nossas possibilidades. Torcedor é apaixonado. Ele empurra seu time rumo à vitória nos momentos mais adversos. Infelimente, está faltando torcedor do lado do Acre. Um tema tão importante como esse não pode ficar restrito aos gabinetes e à falas oficiais, pois se trata de uma bandeira que deveria ser carregada por cada um de nós. Eu, do meu lado, não fui convocado para entrar em campo. Mas, como bom acreano, ficarei na torcida, mesmo sabendo que o jogo não é para amador ou peladeiro.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Esfriando os ânimos

As celas da cidade e da aldeia
Na Bahia, a Secretaria de Segurança Pública decidiu instalar delegacias móveis em vários pontos dos circuitos carnavalescos.

A novidade é que cada unidade contará com uma pequena cela para os presos que cometerem delitos durante o carnaval.

Os baianos, sem querer, copiaram uma prática antiga nas aldeias indígenas acreanas.

Veja e compare os “abrigos” para curar ressaca dos índios e dos caras-pálidas.


Imprensa britânica

Eleição de Sarney é
vitória do semifeudalismo
A eleição de José Sarney para a presidência do Senado, nesta semana, representa "uma vitória para o semifeudalismo", segundo uma reportagem da revista britânica "Economist" que chegou às bancas nesta sexta-feira.

A reportagem, intitulada "Onde dinossauros ainda vagam", comenta o passado político de Sarney e o número de vezes em que foi eleito para cargos públicos, afirmando que talvez fosse "hora de (Sarney) se aposentar".

"Sarney pode parecer um regresso a uma era de políticas semifeudais que ainda prevalecem em alguns cantos do Brasil e puxam o resto dele para trás. Mas, com o apoio tácito de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente de centro-esquerda do país, ele foi escolhido esta semana para presidir o Senado", diz a revista.

Leia mais
aqui.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

hora do choro

Vereadores e dirigentes
do PRP com Angelim
Donos de duas cadeiras na Câmara de Vereadores, o PRP não ficou satisfeito em não ter sido contemplado com cargo no primeiro escalão.

Neste instante, os dois vereadores do partido (Raimundo Vaz e Elias Campos), acompanhados de dirigentes partidários, estão esperando para ser recebidos pelo prefeito Raimundo Angelim (PT).

Irão reclamar do tratamento dispensado à legenda e falar que, dentro da proporcionalidade, mereciam melhor sorte.

Vaz e Campos compõem a base aliada. São peças chaves para garantir a maioria folgada do prefeito. Caso mudem de lado, darão muito trabalho ao prefeito petista.

Medo da dengue

Mosquitão no céu
A presença de um helicóptero no céu de Rio Branco causou alvoroço em boa parte da cidade.
Várias pessoas pensaram que se tratava de um grande mosquitão aedes aegypti, o transmissor da dengue.
A situação está tão feia, que até avião de rosca assusta.
A foto é de Regiclay Saady.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Não sai mesmo

Walter Prado cancela
afastamento da Aleac

Walter Prado (PSB), que aparece em pé retorcendo o bigode, não irá se afastar da Aleac para o suplente Manoel Morais assumir por 120 dias.

O parlamentar até estava disposto a deixar o cargo com o fito de fazer tratamento de saúde.

Resolveu pôr a barba de molho após ser orientado a ler o regimento interno da Casa. Refugou diante do que viu.

O Regimento Interno da Aleac prevê que, em caso de afastamento por mais de 90 dias de um dos ocupantes da mesa diretora, uma nova eleição deverá ser realizadas.

Prado é o 4º secretário. Se afastando, perderia o posto e, consequentemente, a verba destinada aos assessores.

Em tempo de crise, ninguém se arrisca a perder dinheir.

A foto é de Odair Leal.



Volta à casa

Retorno de Tião
Tião Viana (PT) estará amanhã em Rio Branco. O senador deverá ser recebido por amigos no aeroporto de Rio Branco. Viana foi derrotado na eleição para presidente do Senado pelo peemedebista José Sarney (AP), mas continua com prestígio político na Casa.

Angelim adia anúncio

Prefeito não quis
rivalizar com homens da Fifa
O prefeito Raimundo Angelim (PT) decidiu adiar o anúncio do resto da sua equipe, que inclui o ex-vereador Márcio Batista (PC do B), como secretário de Articulação Política, e o vereador Astério Moreira (PSB), na liderança.

O adiamento foi provocado pela presença da comissão da Fifa, que veio ao Acre analisar as condições de o Estado ser um das sede da Copa do Mundo.

Com um rival desse, o petista fez bem em não pôr o seu time em campo. Os anúncios seriam tragados de goleada pela o impacto dos homens da entidade máxima do futebol. O anúncio ficará para amanhã ou sexta-feira.

Novidade na Segurança

Procurador de Justiça
pode ser secretário
Há mais de um mês, o governo debatesse para encontrar alguém com o perfil para assumir a Secretaria de Segurança Pública.

Vários nomes foram aventados para substituir Antonio Monteiro, que pediu exoneração em dezembro.

O blog apurou que uma das opções levantadas foi a do procurador de Justiça Sammy Barbosa.

Como pontos favoráveis para assumir a pasta, Sammy Barbosa tem a experiência acumulada no Ministério Público Estadual e o bom trânsito no meio do Judiciário.

Jovem, foi um dos mais ativos combatentes ao crime organizado. Resta saber se, caso seja convidado, irá aceitar a missão.

Abacaxi de Tarauacá

Vereadores petistas
no Conselho de Ética
Os vereadores Valdor do Ó e Ezi Aragão, do PT de Tarauacá, serão submetidos ao Conselho de Ética do partido.

A decisão foi tomada na tarde de terça-feira pela Executiva Estadual petista, que recebeu representação encaminhada por dirigentes partidários daquele município.

Valdor do Ó e Ezi Aragão podem ser enquadrados por infidelidade partidária, podendo perder os respectivos mandatos, por não terem cumprido determinação partidária na eleição para a mesa diretora da Câmara de Vereadores e votaram no candidato apontado pelo prefeito Vando Torquato (PP).

A relação dos petistas com Torquato é antiga. Em plena campanha eleitoral, quando o PT se coligou com o PC do B, apontando Jasone Silva como candidato a vice do comunista Chagas Batistas, a dupla trabalhava nos bastidores pelo progressista.

Numa reunião fechada, um dos parlamentares exigiu uma grande quantia de dinheiro sob a alegação que seria utilizado para recompensar a possível perda de votos que teria ao sair do lado de Torquato.

A informação de que os parlamentares responderão a procedimento ético foi repassada ao blog pelo presidente estadual do PT, Leonardo de Brito.

Leonardo de Brito também informou que os petistas acreanos se prepararam para comemorar os 29 anos de fundação do partido. No dia 10, data do aniversário, será realizado um café da manhã para convidados, filiados e a imprensa. No dia 13, será promovido um debate.

Os diretórios municipais foram orientados a realizar as suas programações.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Presos no elevador

Pela escada é mais seguroQuando da reforma do prédio da Aleac, o governador Binho Marques e o presidente do Legislativo estadual, Edvaldo Magalhães (PC do B), visitaram as instalações andando pelas escadas, como a imagem mostra.

Hoje, após a sessão solene abrindo os trabalhos no Parlamento, a dupla desceu pelo elevador.

A descida demorou mais do que o previsto. O equipamento emperrou. O serviço de emergência foi acionado e tudo não passou do susto.

Foi uma lufa-lufa danada do lado de fora. .

Definições na prefeitura

Angelim anunciará
resto da equipe amanhã
O prefeito Raimundo Angelim (PT) anunciará amanhã os demais integrantes da sua equipe, inclusive quem será o seu líder na Câmara.

Também serão anunciados os remanejamentos.

A informação é do assessor de Comunicação municipal, Oli Duarte.

A definição do líder entre os vereadores Astério Moreira (PSB) e Raimundo Vaz (PRP) foi comparada por um dirigente partidário ao filme A escolha de Sofia, clássico do cinema americano estrelado por Meryl Streep, em 1982. É uma boa comparação.

Por mais que faça engenharia política, Angelim não agradará a gregos e a acreanos. Há descontentamento entre os partidos da FPA na divisão dos espaços na prefeitura.

Dirigente de um partido antigo da coligação lembrou que em 2004, Raimundo Angelim venceu com uma coligação que contava com a metade dos partidos que lhe apoiaram em 2008 e o PT permaneceu com o maior quinhão.

“Ano passado, nós tivemos dezesseis partidos e os petistas ainda querem ampliar os seus espaços. Esse hegemonismo é prejudicial”, reclamou.

A prefeitura é pequena, mas o governo e a fome de participar são grandes.