segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Imagem da felicidade
"Olha que foto bonita"
"Olha que foto bonita". Essa foi a frase escrita pelo senador Anibal Diniz ao postar a foto no twitter.
Ao fundo aparece o vice-presidente da República, Michel Temer, e o governador do Acre, Tião Viana, de quem Diniz herdou o mandato.
Não precisa explicar o motivo de tanta felicidade.
Ou precisa?
"Olha que foto bonita". Essa foi a frase escrita pelo senador Anibal Diniz ao postar a foto no twitter.Ao fundo aparece o vice-presidente da República, Michel Temer, e o governador do Acre, Tião Viana, de quem Diniz herdou o mandato.
Não precisa explicar o motivo de tanta felicidade.
Ou precisa?
Eleição na Aleac
Notas sobre o Legislativo
Até o fim da tarde de ontem, Elson Santiago (PP) contabilizava 23 votos no seu embornal para se eleger presidente da Aleac.
O voto não contabilizado é o de Gilberto Diniz (PT do B), que bradou contra a escolha de Toinha Vieira para ocupar a quarta-secretaria.
Essa é um briga caseira. A dupla parlamentar tem reduto eleitoral em Sena Madureira, terceira maior cidade do Acre. Ambos pensam em concorrer à prefeitura.
Político pouco afeito à aparição pública, Santiago jamais subiu à tribuna para proferir um discurso, embora tenha quase 30 anos de parlamento. É bom mesmo nos bastidores, onde se movimenta bem.
Sua ascensão à presidência se deu graças a esse estilo mais reservado e à articulação do atual presidente, o comunista Edvaldo Magalhães. A afinidade entre ambos vai além do fato de terem nascido em Cruzeiro do Sul e serem torcedores do Corinthians.
Santiago debutou na política em 1982. Era funcionário da Contag. Concorreu a deputado estadual pelo PT e não venceu. Os votos da sua base foram rachados com o irmão Ronivon Santiago, que tentou chegar à Aleac pelo PDS.
Depois da primeira disputa, o futuro presidente da Aleac obteve sucessivas vitórias. Foi derrotado somente em 1998, mas tirou o mandato na condição de suplente.
Apesar de todo esse período no parlamento, o deputado só veio ocupar lugar na mesa diretora a partir de 2007, quando foi eleito segundo-secretário.
A partir de terça-feira será responsável por gerir uma casa que experimentou mudanças positivas nos últimos anos.
Não poderá deixar a peteca cair.
==========
Calado sabe o que quer
Sempre que há possibilidade de mudança na mesa diretora os funcionários da Aleac se dividem e tratam de se movimentar para garantir os seus cargos na máquina legislativa.
A turma tem apenas um partido, que é o PP, também conhecido como o Partido do Presidente.
Este ano havia quatro postulantes à presidência e a forma de cada um se comportar influenciou os seus partidários.
Quando Helder Paiva (PR) estava em alta e apontado como o sucessor de Edvaldo Magalhães, era comum ver os vários “barnabés” carregando a bíblia nas mãos. O parlamentar é pastor da Assembléia de Deus.
Outro que influenciou no comportamento foi o comunista Moisés Diniz. Ao lançar a sua candidatura, o deputado provocou uma corrida à leitura do livro de sua autoria, batizado de "O Santo de Deus”.
José Luiz Tchê (PDT) também teve os seus seguidores. Diversas pessoas passaram a usar a camisa do Internacional de Porto Alegre a se especializar em churrasco para fazer mimo ao gaúcho.
Os partidários de Elson Santiago calados estavam, calados permaneceram. Foram discretos até na comemoração.
E ainda há quem diga que calado não sabe o que quer!
========
Voz da experiência
Deputado mais antigo da Aleac, Elson Santiago se encarregou de mostrar a casa para o novato Lira Morais (PRP).
Dentro do plenário, Santiago apontou para a tribuna e falou:
- Ali é a tribuna. Se você quiser usar, pode usar. Eu nunca usei. Nesse período todo em que estou aqui vi muita gente usar, mas não conseguiu se manter.
Lira Morais entendeu o recado.
Até o fim da tarde de ontem, Elson Santiago (PP) contabilizava 23 votos no seu embornal para se eleger presidente da Aleac.
O voto não contabilizado é o de Gilberto Diniz (PT do B), que bradou contra a escolha de Toinha Vieira para ocupar a quarta-secretaria.
Essa é um briga caseira. A dupla parlamentar tem reduto eleitoral em Sena Madureira, terceira maior cidade do Acre. Ambos pensam em concorrer à prefeitura.
Político pouco afeito à aparição pública, Santiago jamais subiu à tribuna para proferir um discurso, embora tenha quase 30 anos de parlamento. É bom mesmo nos bastidores, onde se movimenta bem.
Sua ascensão à presidência se deu graças a esse estilo mais reservado e à articulação do atual presidente, o comunista Edvaldo Magalhães. A afinidade entre ambos vai além do fato de terem nascido em Cruzeiro do Sul e serem torcedores do Corinthians.
Santiago debutou na política em 1982. Era funcionário da Contag. Concorreu a deputado estadual pelo PT e não venceu. Os votos da sua base foram rachados com o irmão Ronivon Santiago, que tentou chegar à Aleac pelo PDS.
Depois da primeira disputa, o futuro presidente da Aleac obteve sucessivas vitórias. Foi derrotado somente em 1998, mas tirou o mandato na condição de suplente.
Apesar de todo esse período no parlamento, o deputado só veio ocupar lugar na mesa diretora a partir de 2007, quando foi eleito segundo-secretário.
A partir de terça-feira será responsável por gerir uma casa que experimentou mudanças positivas nos últimos anos.
Não poderá deixar a peteca cair.
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Calado sabe o que quer
Sempre que há possibilidade de mudança na mesa diretora os funcionários da Aleac se dividem e tratam de se movimentar para garantir os seus cargos na máquina legislativa.
A turma tem apenas um partido, que é o PP, também conhecido como o Partido do Presidente.
Este ano havia quatro postulantes à presidência e a forma de cada um se comportar influenciou os seus partidários.
Quando Helder Paiva (PR) estava em alta e apontado como o sucessor de Edvaldo Magalhães, era comum ver os vários “barnabés” carregando a bíblia nas mãos. O parlamentar é pastor da Assembléia de Deus.
Outro que influenciou no comportamento foi o comunista Moisés Diniz. Ao lançar a sua candidatura, o deputado provocou uma corrida à leitura do livro de sua autoria, batizado de "O Santo de Deus”.
José Luiz Tchê (PDT) também teve os seus seguidores. Diversas pessoas passaram a usar a camisa do Internacional de Porto Alegre a se especializar em churrasco para fazer mimo ao gaúcho.
Os partidários de Elson Santiago calados estavam, calados permaneceram. Foram discretos até na comemoração.
E ainda há quem diga que calado não sabe o que quer!
========
Voz da experiência
Deputado mais antigo da Aleac, Elson Santiago se encarregou de mostrar a casa para o novato Lira Morais (PRP).
Dentro do plenário, Santiago apontou para a tribuna e falou:
- Ali é a tribuna. Se você quiser usar, pode usar. Eu nunca usei. Nesse período todo em que estou aqui vi muita gente usar, mas não conseguiu se manter.
Lira Morais entendeu o recado.
Jumento na mudança
Frase do dia
“Não são as más ervas que matam a semente boa
e sim a negligência do camponês”, Confúcio
e sim a negligência do camponês”, Confúcio
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
JN no Acre
Matéria da Globo vista
de uma forma positiva
No ano passado, o governo federal encomendou do Instituto Meta Pesquisa de Opinião uma pesquisa sobre hábitos de informação e formação de opinião pública da população brasileira.
No levantamento realizado em todas as regiões do Brasil foi comprovado o que é de domínio público: a Rede Globo de Televisão é o canal preferido de 69,8% da população.
Também foi constatado que o Jornal Nacional é o telejornal assistido por 56,4% dos telespectadores, seguido pelo Jornal da Record, com 7,4%.
Como não poderia deixar de ser, o editor e apresentador do Jornal Nacional, Willian Bonner, foi considerado o repórter/comentarista/apresentador mais confiável do Brasil. 33,7% da população acredita piamente no que ele diz.
Bonner é seguido pela sua companheira de bancada, cama e mesa, Fátima Bernardes, que goza da confiança plena de 18,1% dos telespectadores.
Na noite de quarta-feira, o Acre foi à tela da Globo na voz do casal do Jornal Nacional. Foi apresentada a matéria sobre os casos de dengue registrados em Rio Branco, capital que goza do incômodo título de campeã nacional de pessoas infectadas. Raro foi o acreano que não assistiu.
Sinceramente, a matéria produzida pela equipe do JN no Ar não trouxe novidade para ninguém. É de domínio público que o mosquito aedes agpypti está tirando o sono das autoridades e de boa parte da população. É por isso que uma verdadeira guerra começou a ser travada.
Essa não é uma situação nova. É fruto de uma combinação de pouca eficiência da gestão pública com a falta de conscientização de parcela significativa da população. Ambas deixaram de fazer os respectivos deveres de casa. O mosquito se alojou nesse vácuo.
Ficou claro que nem precisava a equipe se dar ao trabalho de viajar tanto para fazer a reportagem. Ela já havia sido feita pelo bom repórter acreano Jefson Dourado, da TV Acre. Veja a reportagem aqui.
Sou daqueles que consegue enxergar coisas positivas onde a maioria mira apenas no negativo.
Como o problema realmente existe, o governo e a prefeitura deveriam aproveitar o material levado ao ar pela Rede Globo para incentivar o maior número possível de pessoas a entrar no exército de combate ao mosquito da dengue.
É a questão de utilizar a credibilidade do telejornal e dos seus apresentadores em favor de uma causa maior chamada vida.
A dica está dada. Segue quem quiser.
Em tempo: o governo do Estado poderia providenciar um curso de media training para os seus secretários e assessores. Não ficou bem para a secretaria de Estado de Saúde aparecer em rede nacional dizendo que o Acre vai vencer “essa parada”. Gíria não fica bem num momento desses.
de uma forma positiva
No ano passado, o governo federal encomendou do Instituto Meta Pesquisa de Opinião uma pesquisa sobre hábitos de informação e formação de opinião pública da população brasileira.
No levantamento realizado em todas as regiões do Brasil foi comprovado o que é de domínio público: a Rede Globo de Televisão é o canal preferido de 69,8% da população.
Também foi constatado que o Jornal Nacional é o telejornal assistido por 56,4% dos telespectadores, seguido pelo Jornal da Record, com 7,4%.
Como não poderia deixar de ser, o editor e apresentador do Jornal Nacional, Willian Bonner, foi considerado o repórter/comentarista/apresentador mais confiável do Brasil. 33,7% da população acredita piamente no que ele diz.
Bonner é seguido pela sua companheira de bancada, cama e mesa, Fátima Bernardes, que goza da confiança plena de 18,1% dos telespectadores.
Na noite de quarta-feira, o Acre foi à tela da Globo na voz do casal do Jornal Nacional. Foi apresentada a matéria sobre os casos de dengue registrados em Rio Branco, capital que goza do incômodo título de campeã nacional de pessoas infectadas. Raro foi o acreano que não assistiu.
Sinceramente, a matéria produzida pela equipe do JN no Ar não trouxe novidade para ninguém. É de domínio público que o mosquito aedes agpypti está tirando o sono das autoridades e de boa parte da população. É por isso que uma verdadeira guerra começou a ser travada.
Essa não é uma situação nova. É fruto de uma combinação de pouca eficiência da gestão pública com a falta de conscientização de parcela significativa da população. Ambas deixaram de fazer os respectivos deveres de casa. O mosquito se alojou nesse vácuo.
Ficou claro que nem precisava a equipe se dar ao trabalho de viajar tanto para fazer a reportagem. Ela já havia sido feita pelo bom repórter acreano Jefson Dourado, da TV Acre. Veja a reportagem aqui.
Sou daqueles que consegue enxergar coisas positivas onde a maioria mira apenas no negativo.
Como o problema realmente existe, o governo e a prefeitura deveriam aproveitar o material levado ao ar pela Rede Globo para incentivar o maior número possível de pessoas a entrar no exército de combate ao mosquito da dengue.
É a questão de utilizar a credibilidade do telejornal e dos seus apresentadores em favor de uma causa maior chamada vida.
A dica está dada. Segue quem quiser.
Em tempo: o governo do Estado poderia providenciar um curso de media training para os seus secretários e assessores. Não ficou bem para a secretaria de Estado de Saúde aparecer em rede nacional dizendo que o Acre vai vencer “essa parada”. Gíria não fica bem num momento desses.
Frase do dia
"Faça o que é necessário, e que você acha que deve fazer, e o que tiver que acontecer, acontecerá", Tolstoi
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Funcionária fantasma
Cheiro de fogo amigo
Tem cheiro de fogo amigo a denúncia de que a senhora Márcia Bittar recebia salário do governo amazonense sem trabalhar. Leia a matéria aqui.
Ela é esposa do deputado federal eleito Marcio Bittar (PSDB), que se lançou candidato a prefeito de Rio Branco antes de tomar posse na Câmara dos Deputados.
O lançamento antecipado não foi encarado com bons olhos pelos demais dirigentes de partidos da oposição, embora Bittar tenha sido campeão de voto nas eleições do último dia 3 de outubro.
O entendimento é que o deputado não tem compromissos com os demais oposicionistas e que privilegia os seus próprios interesses.
O nome preferido para disputar a sucessão do petista Raimundo Angelim é o do também tucano Tião Bocalom, que disputou o governo do Estado e foi derrotado por pouco mais de um por cento dos votos válidos.
O cheiro de fogo produzido a partir da cozinha oposicionista aumenta quando é lembrando que o governador do Amazonas é Omar Aziz, ilustre membro do PMN.
O PMN também é partido do deputado federal e senador eleito Sérgio Petecão, que não nutre afeto por Bittar. Deixa isso claro nas conversas que tem em reservado.
Se quiser ter chance de concorrer à sua sucessão do petista Raimundo Angelim, Bittar terá que resolver os problemas com os fantasmas que estão no seu próprio sótão político.
Ela é esposa do deputado federal eleito Marcio Bittar (PSDB), que se lançou candidato a prefeito de Rio Branco antes de tomar posse na Câmara dos Deputados.
O lançamento antecipado não foi encarado com bons olhos pelos demais dirigentes de partidos da oposição, embora Bittar tenha sido campeão de voto nas eleições do último dia 3 de outubro.
O entendimento é que o deputado não tem compromissos com os demais oposicionistas e que privilegia os seus próprios interesses.
O nome preferido para disputar a sucessão do petista Raimundo Angelim é o do também tucano Tião Bocalom, que disputou o governo do Estado e foi derrotado por pouco mais de um por cento dos votos válidos.
O cheiro de fogo produzido a partir da cozinha oposicionista aumenta quando é lembrando que o governador do Amazonas é Omar Aziz, ilustre membro do PMN.
O PMN também é partido do deputado federal e senador eleito Sérgio Petecão, que não nutre afeto por Bittar. Deixa isso claro nas conversas que tem em reservado.
Se quiser ter chance de concorrer à sua sucessão do petista Raimundo Angelim, Bittar terá que resolver os problemas com os fantasmas que estão no seu próprio sótão político.
Eleição na Aleac
Apresentação da mesa
A chapa da mesa diretora da Aleac será apresentada amanhã.
A apresentação será a partir das 10 horas, na sala da presidência.
Será que dessa vez o futuro presidente, Elson Santiago (PP), dará um discurso?
É quase certo que não.
Portal da Transparência
Acre recebeu mais de
R$ 2 bilhões em 2010
Durante todo o ano de 2010, o Acre recebeu R$ 2.358.426.719,04 de repasses de recursos federais.
Desse valor, R$ 1.879.833.410,49 foram destinados ao governo do Estado.
Os outros R$ 478.593.308,55 vieram para abastecer os cofres das prefeituras.
Os valores estão disponibilizados no Portal das Transparência do governo federal: http://www.portaldatransparencia.gov.br.
Para confirmar a informação, clique aqui.
Desse valor, R$ 1.879.833.410,49 foram destinados ao governo do Estado.
Os outros R$ 478.593.308,55 vieram para abastecer os cofres das prefeituras.
Os valores estão disponibilizados no Portal das Transparência do governo federal: http://www.portaldatransparencia.gov.br.
Para confirmar a informação, clique aqui.
Dupla de senadores
Jorge e Anibal em Brasília
Jorge Viana e Anibal Diniz embarcaram hoje à tarde para Brasília.
A dupla de senadores petista foi obrigada a pegar o voo em Porto Velho, capital de Rondônia.
Nos próximos dias participarão de várias reuniões com a bancada do PT no Senado. Estão afinados.
Nessas reuniões a pauta principal será a eleição da mesa diretora da Câmara Alta. Nenhum dos dois pleiteia cargo.
A vice-presidência da Casa está sendo disputada pela paulista Marta Suplicy e o cearense José Pimentel. O presidência permanecerá como morubixaba maranhense José Sarney.
Novatos no Senado, Viana e Diniz terão que construir os seus espaços. Têm a árdua missão de substituir Marina Silva e Tião Viana, dois senadores acreanos que tiveram presenças marcantes no Senado. Não será tarefa fácil.
A dupla de senadores petista foi obrigada a pegar o voo em Porto Velho, capital de Rondônia.
Nos próximos dias participarão de várias reuniões com a bancada do PT no Senado. Estão afinados.
Nessas reuniões a pauta principal será a eleição da mesa diretora da Câmara Alta. Nenhum dos dois pleiteia cargo.
A vice-presidência da Casa está sendo disputada pela paulista Marta Suplicy e o cearense José Pimentel. O presidência permanecerá como morubixaba maranhense José Sarney.
Novatos no Senado, Viana e Diniz terão que construir os seus espaços. Têm a árdua missão de substituir Marina Silva e Tião Viana, dois senadores acreanos que tiveram presenças marcantes no Senado. Não será tarefa fácil.
O mosquito
A dengue no Jornal NacionalDaqui a pouco tem o Acre no Jornal Nacional. Não é para elogiar o "melhor lugar para se viver na Amazônia".
Notícias sobre o mosquito da dengue voarão para milhões de lares em todo o Brasil.
Rio Branco é apontada como a cidade campeã de casos diagnosticados da doença. É um título incômodo.
O governo anunciou várias medidas. Mais de três toneladas de lixo e entulho foram retiradas dos quintais, mas o bichinho voador continua picando.
Quem sabe a repercussão negativa em nível nacional leve as autoridades a adotar medidas mais eficazes doravante.
Mas, enquanto o remédio não vem, o site de noticias www.janelao.net aponta a planta conhecida como “cravo-de-defunto” como um santo remédio para combater a dengue e outras doenças. É essa plantinha que ilustra o post.
Bem, não custa nada tentar.
A foto é de Marcos Vicentti.
Notícias sobre o mosquito da dengue voarão para milhões de lares em todo o Brasil.
Rio Branco é apontada como a cidade campeã de casos diagnosticados da doença. É um título incômodo.
O governo anunciou várias medidas. Mais de três toneladas de lixo e entulho foram retiradas dos quintais, mas o bichinho voador continua picando.
Quem sabe a repercussão negativa em nível nacional leve as autoridades a adotar medidas mais eficazes doravante.
Mas, enquanto o remédio não vem, o site de noticias www.janelao.net aponta a planta conhecida como “cravo-de-defunto” como um santo remédio para combater a dengue e outras doenças. É essa plantinha que ilustra o post.
Bem, não custa nada tentar.
A foto é de Marcos Vicentti.
Calados na mesa
Mesa completa
Nenhuma novidade na composição da próxima mesa diretora da Aleac.
Os futuros integrantes fazem parte da bancada do silêncio. É do jeito que a turma gosta. As coisas foram feitas para ninguém ficar chupando os dedos.
É claro que a fome de todos não foi saciada. Mas deu para o gasto.
Dono de seis mandatos (o sétimo foi exercido na condição de suplente), Elson Santiago chegará à presidência do Legislativo estadual pela primeira vez.
Deve o feito ao camarada Edvaldo Magalhães (PC do B), que está deixado a casa, mas fez toda a costura.
Além de nascidos em Cruzeiro do Sul, Santiago e Magalhães mantiveram sintonia fina ao longo dos anos.
O evangélico Helder Paiva achou que seria ungido à presidência, mas teve que se contentar com a condição de vice. Está na posição desde 1998 e se acostumou ao posto.
Outro que ciscou e bradou que não retiraria a candidatura de presidente foi José Luiz Tchê. Atropelado pela falta de voto e de apoio oficial ficou contente com a segunda-secretaria, vez que a primeira é do petista Ney Amorim.
A pouca novidade ficou por conta ida do novato Lira Morais para a composição da mesa.
Nessa mesa, nem o membro da oposição que tomará assento falará muito.
Não é recomendado falar de boca cheia. É falta de educação.
Os futuros integrantes fazem parte da bancada do silêncio. É do jeito que a turma gosta. As coisas foram feitas para ninguém ficar chupando os dedos.
É claro que a fome de todos não foi saciada. Mas deu para o gasto.
Dono de seis mandatos (o sétimo foi exercido na condição de suplente), Elson Santiago chegará à presidência do Legislativo estadual pela primeira vez.
Deve o feito ao camarada Edvaldo Magalhães (PC do B), que está deixado a casa, mas fez toda a costura.
Além de nascidos em Cruzeiro do Sul, Santiago e Magalhães mantiveram sintonia fina ao longo dos anos.
O evangélico Helder Paiva achou que seria ungido à presidência, mas teve que se contentar com a condição de vice. Está na posição desde 1998 e se acostumou ao posto.
Outro que ciscou e bradou que não retiraria a candidatura de presidente foi José Luiz Tchê. Atropelado pela falta de voto e de apoio oficial ficou contente com a segunda-secretaria, vez que a primeira é do petista Ney Amorim.
A pouca novidade ficou por conta ida do novato Lira Morais para a composição da mesa.
Nessa mesa, nem o membro da oposição que tomará assento falará muito.
Não é recomendado falar de boca cheia. É falta de educação.
Para não enferrujar
Um recomeço
Resolvi requentar o blog. É um exercício para não enferrujar.Ficar parado enquanto a mente fervilha é complicado.
Escrever, mesmo para quem não é tão bom, é um vício. Permanecer sem exercitar a mente e as mãos dói como faca afiada espetada nas costelas.
Há muito tempo esse bloguinho ficou sem alimentação. Espero ter a capacidade de alimentá-lo com informações interessantes.
É um recomeço.
Vamos ver até onde iremos.
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